Qual é a identidade dessa dança? Com cinco bailarinas no palco, uma brasileira, três marroquinas e uma francesa, Âataba convidou o público do FID 15 anos a pensar na tensão existente entre o que é autorizado plublicamente e como o que não é tem de desaparecer (“publicamente”) para aparecer. Dentro do pensamento da cultura tradicional rígida do Marrocos, país da Cia, onde homens e mulheres têm vida dupla.
Pela primeira vez no Brasil, a bailarina francesa Chloé Favriau, falou da experiência de conhecer o Brasil e agradeceu a oportunidade de participar do FID. “Ainda mais em um evento exclusivo de dança contemporânea”. Cie Anania/Taufiq Izaddiou se despede do FID 15 anos depois de apresentar dois trabalhos, Aaleef e Âtaba, com vontade de bis.
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